EXAMES RADIOGRÁFICOS E ULTRASSONOGRÁFICOS EM PEQUENOS ANIMAIS: RISCOS DE INTERPRETAÇÃO

R. S. PRESTES, N. G. D. COELHO, P. C. O. PINTO, A. B. SANTOS, P. P. R. GOMES, I. P. SOUZA, T. PAULA, A. C. F. SOUZA, R. C. S. TORRES, A. C. NEPOMUCENO

Resumo


Nas últimas décadas, foi possível observar grandes avanços tecnológicos no que se refere às novas técnicas de exames por meio de imagens, que se tornou um componente importante e imprescindível no processo de tomada de decisão frente ao diagnóstico de diversas alterações em pacientes veterinários. Tais exames, cada um com sua especificidade, requerem análise cuidadosa por parte do avaliador e, evidentemente, um bom período de treinamento com o propósito de se extrair o máximo de informação possível que o exame possa oferecer. Mesmo assim, costumam ocorrer situações que geram dúvidas e equívocos, resultando em erros de interpretação. São, na verdade, armadilhas resultantes das próprias limitações da técnica ou da produção dos chamados artefatos, capazes de gerar dúvidas e erros de interpretação, muitas vezes comprometendo a formulação do diagnóstico. Diante do exposto, procurou-se, com este estudo, chamar a atenção dos envolvidos com diagnóstico por imagem em veterinária quanto aos riscos de interpretação, em particular na radiologia e na ultrassonografia, duas técnicas distintas e amplamente usadas na medicina veterinária. Foram selecionadas imagens radiográficas e ultrassonográficas obtidas da rotina de atendimento a pequenos animais do Hospital Veterinário da Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) que pudessem exemplificar as mais frequentes dúvidas no momento da interpretação e que poderiam induzir a erros.

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DOI: http://dx.doi.org/10.15361/2175-0106.2019v35n3p127-137